1- Depende da ocasião e da refeição. A escolha do vinho depende sempre da refeição. Tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe. Porém, não tenha medo de inovar. Afinal, o vinho não é para ser bebido, mas sim apreciado.
2- Preço. Ter em conta o factor preço é perfeitamente normal, principalmente porque este pode variar entre os preços mais baixos e os mais elevados. Claro que uma garrafa de vinho com um valor elevado tem maior qualidade, mas isso não significa que um mais barato seja mau. Se ainda é amador na escolha de vinhos, opte por comprar a garrafa mais económica.
3- Graduação alcoólica. Um vinho com valor alcoólico mais elevado é um vinho mais concentrado e por isso, mais pesado. Já o que tem valor alcoólico mais baixo não é tão concentrado, logo é mais fraco. Para quem não é grande apreciador de vinhos, é preferível optar por este último.
4- Peça ajuda aos especialistas. Procure uma garrafeira e fale com pessoas especializadas em vinhos. Estas poderão ajudá-lo na sua escolha. Veja com calma, faça as perguntas necessárias e peça para experimentar. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante a sua escolha.
5- Evite restringir a sua lista de vinhos. Sempre que puder vá experimentando outros vinhos de outras regiões, países e anos diferentes. Só assim se torna um verdadeiro apreciador de vinhos. No próximo jantar, já vai escolher olhos fechados.

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