20 Mai 2013

Carro eléctrico ou a gasolina? Veja as diferenças

Eles andam aí, podemos nós dizer sobre os automóveis eléctricos, que rapidamente ganharam espaço junto da opinião pública, embora as vendas não reflictam todo o seu potencial. E a razão para todo este sucesso (ainda não materializado, por várias razões) prende-se com as inegáveis vantagens que um carro eléctrico traz em termos ambientais. Ordenámos a seguir as vantagens e desvantagens dos carros eléctricos:

Vantagens:
Zero-Emissões: o eléctrico é o único 100% Zero-Emissões no uso. Zero-emissões inclui zero ruídos, zero emissões de gases efeito de estufa e zero emissões de poluentes.


Condução silenciosa: a experiência de condução nos eléctricos caracteriza-se por uma deslocação do veículo mais silenciosa e suave. Não havendo ruído da combustão, também não há sistema de escape, principal fonte de ruído.

 

Custos de utilização: o custo da energia eléctrica é um terço do valor do custo do combustível fóssil, para a mesma distância percorrida (em condições idênticas). Os eléctricos têm menos custos de manutenção, pois não há mudas de óleo frequentes, nem outras manutenções.

 

Travagem regenerativa: Este ‘palavrão’ refere-se ao facto de um motor eléctrico poder funcionar como gerador. Funciona como gerador durante a travagem do veículo, ou seja, o veículo faz retornar a energia ao sistema. Quando travamos, o motor funciona como gerador.


Condução: Os eléctricos dispensam embraiagem e caixa de velocidades. O binário dos motores eléctricos é constante a qualquer rotação, ou seja, providencia potência mesmo a baixas rotações.


Desvantagens:
Autonomia:
A autonomia dos eléctricos é pouca quando olhamos para os veículos com motor de combustão. A autonomia poderá andar entre os 100km e os 200km em média, dependendo do tipo de veículo.


Baterias: Aqui está uma das grandes desvantagens: o peso das baterias. Mesmo com os recentes avanços tecnológicos, são a parte a melhorar neste tipo de proposta. Há baterias que chegam aos 450 quilos. E a vida de um conjunto de baterias varia entre os 160 mil quilómetros e os 200 mil, o que se pode traduzir em mais despesa se for necessária a sua troca. E em países ou zonas mais frias, as baterias perdem alguma da sua eficácia.


Tempo de carga: Algumas baterias, como as de iões de lítio, já podem ser carregadas em 15 a 20 minutos, mas isto tem de ser em locais de carregamento específicos. Mas numa tomada normal lá de casa esse processo pode durar entre seis a oito horas.


Preços: apesar destas poupanças enunciadas, os eléctricos são, por outro lado, mais caros, muito porque ainda não são produzidos de forma massificada, como os seus "irmãos" de motor de combustão. E, lá está, as baterias pesam na factura.

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